sábado, 14 de maio de 2011

Molde carro

Registro do Grupo de estudos da Ed. Infantil

Encontro da Educação Infantil

1º encontro: Criança e Infância

☺Definição de criança e infância
☺Criança é o sujeito social que possue história e geografia e que é constituidora e produtora de cultura;
☺ Infância é uma representação social presente em diferentes sociedades.
     A infância se dá num amplo espaço de negociação, são espaços de conflitos produzidos nos diferentes grupos sociais. Variedade e diversidade de infância
☺Concepções de infância – sociedade – humanização – concepção pedagógica – projeto político pedagógico – organização – práticas curriculares estão interligadas e não se constrói um projeto político pedagógico sem esses tópicos. A escola deve estar atenta para elaborar um projeto que atenda às especificidades desta clientela.
☺ É preciso aprofundar que crianças são essas, o que elas têm em comum, o que partilham entre si em várias regiões do Brasil e em outros países e o que as distingue umas das outras. É preciso romper com representações hegemônicas. Elas se distinguem umas das outras nos tempos, nos espaços, nas diversas formas de socialização, no tempo de escolarização, nos trabalhos, nos tipos de brincadeiras, nos gostos, nas vestimentas, enfim, nos modos de ser e estar no mundo. Nos acostumamos a pensar nas crianças enquanto alunas e alunos, geralmente em escolas ou espaços educativos formais, ou ainda nas crianças dentro de creches e pré-escolas. Nos acostumamos a pensar em educação como algo institucionalizado e vivido em espaços escolares.
☺O desafio é buscar olhar a criança com os olhos dela; que saberes as crianças têm sobre o mundo e até mesmo sobre nós adultos, saberes que são construídos socialmente e conferem identidades culturais às crianças.
☺Devemos pensar em construir uma cultura própria de infância em conjunto com o adulto e as outras crianças. O que tem prevalecido é uma concepção negativista da infância, onde a criança está ausente nesses processos de produção.
☺ Cada criança é única e possui em jeito de ser e de brincar. É um ser que participa da construção da história e da cultura de seu tempo.
☺Exercício de observação – aguçar o olhar para a cultura da criança. Ver a perspectiva da criança em qualquer situação ( no brincar, na hora do lanche, nas brincadeiras livres...) em uma situação significativa


2º encontro: As culturas da Infância

☺Primeiro momento - reflexão sobre o que é cultura
☺ O conceito de cultura foi elaborado por Edward Tylor a partir da junção do termo germânico Kultur ( que significa os aspectos espirituais de uma comunidade) e a palavra francesa Civilization (que significa as construções materiais de um povo), criou o vocábulo inglês “ Culture”.
☺Kluckhon conseguiu definir a cultura como: modo de vida global de um povo; o legado social que o indivíduo adquire do seu grupo; uma forma de pensar, sentir e acreditar; uma abstração do comportamento; um celeiro de aprendizagem comum...
☺Cultura é o conjunto de rituais, valores, história... Uma cultura não é superior a outra e não se forma sozinha, mas com a união de várias outras culturas. É construção humana, coletiva, social e estamos imersos nessa construção. É o ser humano que produz cultura.
☺O que é repugnante numa cultura, pode ser extremamente normal em outra cultura.
☺A marca da espécie humana é essa diversidade cultural existente nos dias atuais.
☺Segundo momento – culturas da infância
☺As culturas da infância representam um dos temas privilegiados nos estudos da sociologia da infância, campo recente que vem se estruturando a partir da década de 90, em torno de alguns princípios fundamentais, sendo o principal deles a concepção de infância como uma construção social. Seu ponto de partida foi uma tentativa de romper com as visões tradicionais e biologizantes de criança, que a reduzem a um ser em que um dia culminará no ser adulto.
☺Na infância, esta proposição nos remete a uma leitura do que a constitui: os modos de ser, de se relacionar, as suas diferenças, o lugar onde vivem, as coisas que fazem, dentre outras. revelar a criança na sua positividade, como ser ativo, situado no tempo e no espaço, nem cópia nem o oposto do adulto, mas sujeito participante, ator e autor na sua relação consigo mesmo, com os outros e com o mundo.
☺Através das relações com seus pares e com os adultos, constroem, estruturam e sistematizam formas próprias de representação, interpretação e de ação sobre o mundo.
☺A infância e as “cem linguagens” (frases selecionadas do poema)

A criança é feita de cem...

A criança tem cem linguagens

(e depois cem cem cem)

mas roubam-lhe noventa e nove.

A escola e a cultura

lhe separam a cabeça do corpo...

Dizem-lhe enfim:

Que o cem não existe.

A criança diz:

Ao contrário o cem existe.

(Loris Malaguzzi)

☺Demonstrar que a infância persiste em seus modos de ser. O criar, o brincar, o sonhar, o estar com o outro, e tantas outras expressões contínuas das crianças esbarram em muitos ideologismos do adulto: “agora não pode”, “agora não é hora”, “este não é um lugar para isto”, no entanto elas persistem. Ela reage. Ela cria meios para transgredir aquilo que não lhe dá prazer, o que para ela não faz sentido.
“(...) as transgressões criativas, produto e produtora de uma cultura dainfância, rica pela especificidade que é portadora. A cultura da infância nosobriga a rever o absolutismo do pensamento, a intolerância das práticasdiscriminatórias, a considerar as possibilidades de um trânsito entrecompetências e sujeitos diversos, mas, nem por isso, hierarquizáveis edesiguais (...)” (Gusmão, 1999: 52).


3º encontro: Jogos, brinquedos e brincadeiras


☺“Através de uma brincadeira de criança, podemos compreender como ela vê e constrói o mundo- o que ela gostaria que ele fosse, quais suas preocupações e que problemas a estão assediando. Pela brincadeira, ela expressa o que teria dificuldade de colocar em palavras. Nenhuma criança brinca só para passar o tempo, sua escolha é motivada por processos íntimos, desejos, problemas, ansiedades. O que está acontecendo com a mente da criança determina suas atividades lúdicas; brincar é sua linguagem secreta, que devemos respeitar mesmo se não a entendemos". Bruno Bettelheim
☺Brincadeira é processo, sabemos quando ela começa, mas não sabemos quando termina.
☺Sempre se inova e nunca se repete, mesmo a criança brincando igual.
☺Não produz (vale pela brincadeira em si, não resulta) Se dá pelo contagio do sujeito com o sujeito. Como se constrói também se desfaz. Sustenta-se numa linha muito tênue. O que importa é a brincadeira com atitude; não obriga ninguém a brincar.
☺Ela é eletiva, ou seja, a criança pode começar a brincar e sair no meio da brincadeira mesmo que faça falta. Implica num tempo e espaço de qualidade que, atualmente, são reduzidas, desqualificadas dentro da escola. Tempo qualificado para brincar seria um espaço de produção e transformação, um universo que beira o infinito e o quanto este espaço é entregue a criança para ela criar sentido/modificar aquele ambiente, reinventando, revivendo e transformando.
☺É artefato, patrimônio que conta a história da gente, não só algo de pedra e cal ( materialmente falando). É portadora de história que vai transmitindo e construindo novas formas e maneiras de brincar.
☺Brincar se aprende e só existe quando se inventa e está ameaçado de “extinção” devido à realidade do mundo que preconiza um indivíduo que tem por objetivo a “produção”. Cabe à escola ser um círculo de subjetividade: a que se ter na escola dois tempos – aquele chamado para a produção do conteúdo e um tempo para a própria criança.
☺Brincar toca o sagrado – dá vida; dá ânimo; da alegria; surgem idéias geniais...


5º encontro



☺Divisão de equipes para discussão dos temas já apresentados e discutidos anteriormente.


6º encontro

☺Apresentação das discussões feitas no encontro passado de cada equipe. Neste encontro, houve a escolha de representantes do grupo para montagem de um documento sobre o que foi realizado até o momento.



7º encontro: As crianças e suas infâncias- dimensões do trabalho pedagógico



☺Na rotina do dia-a-dia será que vemos as nossas crianças? Qual é o nosso olhar para nossas crianças? Olhares impregnados pelas crenças. Não mudamos nosso olhar, nossas ações pedagógicas. A criança vê o que o adulto não vê.
☺Criança: categoria social e da história; sujeito histórico e cultural; consideramos criança até 10 anos; possuem direitos; semelhanças e diferenças entre crianças em diferentes lugares; específico da infância: poder de imaginação; fantasia; o brincar como expressão de cultura...
☺O que acontece nas escolas, atualmente, é a diminuição dos tempos de brincar. Espaço da brincadeira deve ser respeitado e mantido em todos os momentos – é a forma de saber lidar com a realidade; é a construção de novas histórias no contexto em questão; é o restabelecimento do caráter afetivo, ético, social e político.
☺Significado da escola: faz parte da criação humana; os conhecimentos produzidos; os modos de produção; as desigualdades e as diferenças; espaço coletivo e democrático; lugar de decisões: normas, horários, distribuição de tarefas; estar na escola tem valor estruturante na formação social das pessoas e as crianças podem participar desta organização.
☺A brincadeira como experiência de cultura é: conjunto de práticas, conhecimentos e artefatos construídos e acumulados; é um dos pilares de constituição das culturas da infância; é atividade fundada nas interações sociais e suporte de sociabilidade; é agente de sua experiência social; é forma própria de compreender o mundo físico e social; é o estabelecimento de regras de convivência; é a ampliação da capacidade de lidar com o real; é espaço de aprendizagem, de desenvolvimento e interação entre a fantasia, imaginação e realidade com produção de novas possibilidades de ação e compreensão.
☺A dimensão lúdica é um importante aspecto do processo de constituição dos conhecimentos, permitindo a decisão, a escolha, às descobertas, as associações, as perguntas e as soluções por parte das crianças. É no diálogo vivo com os pares, com os professores, com a comunidade que as crianças se apropriam criticamente de novos conhecimentos e de novas formas de ler o mundo (reinterpretação do mundo).
☺A arte não existe de modo independente da cultura, forma da ação do homem sobre o mundo; possibilidade de expressão.
☺O tempo entendido na intensidade de sua duração: os ritmos das crianças, as atividades, tempo cronológico e psicológico, o coletivo e individual.
☺O espaço é apoio aos momentos das crianças, autonomia, modos de interação, aprendizagem, possibilidades de ação com objetos diferentes (livros, brinquedos), diálogo.
☺A linguagem verbal é o principal instrumento de comunicação entre as crianças que vai inseri-la neste mundo letrado. Valorizar as conversas na rodinha, nas brincadeiras, na quadra, na contação de histórias.



8º encontro



☺ Divisão de equipes para análise dos aspectos considerados na organização do currículo da Educação Infantil. Registro das discussões feitas em equipe e apresentação.



1- O cuidado e a educação das crianças como tarefas indissociáveis – deve contemplar dois aspectos: cuidar e educar. Essas tarefas não são só de responsabilidade do professor mas de todos os profissionais da escola.



2- A organização do tempo/espaço na Educação Infantil – organizado em função das necessidades da criança visando o desenvolvimento em diversos aspectos. Atenção para os momentos livres.



3- Proposta de trabalho: oralidade (conversas informais, rodinha, recados, histórias, dramatizações, teatro, música, parlendas, cirandas, brincadeiras, leitura de imagens...); escrita (nome, nome dos colegas, do professor, rótulos, reescrita, diferentes gêneros textuais, poesia, produção de texto coletiva...); experiência estética (desenhos, pintura, modelagem, recorte, colagem, dobradura...) matemática (jogos, situações cotidianas, contagem, conceitos matemáticos, mercado, feira...); jogos simbólicos ( brincadeiras dirigidas e livres ); movimento ( músicas e não ficar restrito às aulas de Edu. Física); processo avaliativo ( relatórios, observação, portifólio...)





Educação Infantil



Desde 1996 com a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96), a educação infantil passou a integrar a Educação Básica, juntamente com o ensino fundamental e o ensino médio. Segundo a LDB em seu artigo 29:
"A educação infantil, primeira etapa da educação básica tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade."
De acordo com a Lei, a Educação Infantil deve ser oferecida em creches para as crianças de 0 a 3 anos, e em pré-escolas para as crianças de 4 e 5anos. Porém ela não é obrigatória. Dessa forma, a implantação de Centros de Educação Infantil é facultativa, e de responsabilidade dos municípios.
Diferente dos demais níveis da educação, a Educação Infantil não tem currículo formal. Desde 1998 segue o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, um documento equivalente aos Parâmetros Curriculares Nacionais que embasa os demais segmentos da educação Básica.



Dicas para quem trabalha ou irá trabalhar na Educação Infantil


Muito interessante as dicas abaixo.
Espero que gostem!

1- GOSTAR DE CRIANÇAS, é imprescindível que o profissional goste de crianças , afinal nesta fase elas exigem paciência e amor a todo momento. Pressupõe-se que quem gosta de crianças, goste também de trabalhar com elas. O trabalho com pequenos requer disposição, carinho, responsabilidade e uma energia imensa proviniente somente de quem gosta do que faz.

2- AGILIDADE é uma característica de peso considerável, pois a criança corre, pula, caí, levanta, descarrega energia e se envolve em situações repentinas de risco, onde a agilidade do profissional pode evitar acidentes graves com os pequenos.

3- BOM PREPARO FÍSICO, nesta fase a maioria das brincadeiras são realizadas no chão, em rodas de conversa ou em círculos programados para as atividades, para tanto o profissional necessita de boa disposição física para sentar, levantar, pular, engatinhar, enfim participar de todas as atividades que propõe à criança. Além do que, os pequenos adoram presenciar adultos executando as mesmas atividades que eles.

4- SER ÉTICO, assuntos relacionados à instituição e suas famílias devem ser preservados. Nesta fase é comum crianças comentarem intimidades das famílias - estes casos ajudam os profissionais a conhecerem a realidade de vida da criança - e também alguém da família procurar apoio , confiando seus problemas a pessoas que trabalham na Instituição. Todavia, estes fatos somente poderão ser comentados em casos extremos- a pessoas especializadas ( Pedagogos, Psicopedagogos, Psicólogos e Assistentes Sociais) e com a aprovação da Equipe dirigente da Instituição. Tratar aos colegas com respeito e cordialidade, evitando brincadeiras desnecessárias e abusivas, afinal a criança observa o professor e o imita a todo momento.

5- SABER OUVIR OS RELATOS INFANTIS, nestes momentos o profissional poderá detectar possíveis problemas de várias naturezas, pelos quais a criança poderá estar passando - ou até mesmo sobre sua personalidade.

6- SER FIRME E AMÁVEL AO MESMO TEMPO, a criança testa o adulto a todo instante e quandopercebe que está vencendo, se torna indiscilplinada e resistente às regras de convivência. Porém, a amabilidade deve ser cultivada, assim a criança se sentirá segura, afinal está em um ambiente onde todos são estranhos a ela. Então, caberá ao educador conciliar ambos aspectos, ponderando suas atitudes e conscientizando a criança sobre seus deveres, sempre que necessário.

7- RECEBER BEM OS PEQUENOS E SEUS FAMILIARES, os pais precisam se sentir seguros em relação ao local e às pessoas em que estão confiando seus filhos. Portanto, o profissional deve recebê-los sempre com cordialidade, esclarecendo suas dúvidas, tranquilizando-os em seus anseios, se disponibilzando a atendê-los quando necessitarem e utilizando estratégias que motivem a criança a gostar de ir para a instituição.

8- SER CRIATIVO, o planejamento pedagógico deverá nortear o trabalho do educador, todavia, poderá ser alterado sempre que a atividade proposta não estiver despertando o interesse da turma, para isso o profissional deverá ser criativo e tornar a atividade em questão mais prazerosa ou até mesmo lançar mão de outra atividade. Elaborar um plano de aula focado em situações cotidianas das crianças ou da Instituição, encontrando ou criando músicas, histórias, jogos, atividades e brincadeiras que enfatizem o tema do planejamento é uma ótima estratégia para um trabalho diversificado.

9- QUERER APRENDER, a todo momento surgem fatos inesperados quando o assunto é criança, e nem sempre o profissinal está preparado para resolver tudo o que acontecer, portanto, deverá ter humildade para pedir ajuda e querer aprender com os mais experientes.

10- UTILIZAR ROUPAS ADEQUADAS, caso a instituição não adote uniforme, o ideal é camiseta e calça de malha ou jeans - mais largo - para não prejudicar o desempenho das atividades, e tênis ou sandálias rasteirinhas. Roupas decotadas, saias, sandálias de salto, roupas apertadas, transparentes, miniblusas ou tomara que caia devem ser evitados, pois além de inibir o trabalho do profissional, desperta a atenção de pais, colabores, profissionais e demais pessoas envolvidas no processo.

11- NÃO DEIXAR AS CRIANÇAS SOZINHAS, ter consciência de que as crianças não podem ficar sozinhas em nenhum momento, caso tenha necessidade de se ausentar do espaço onde se encontra com a turma, peça a uma criança que chame outro profissional para assumir seu lugar temporariamente. Um segundo sozinhas, os pequenos cometem atitudes inesperadas.

12- JAMAIS DÊ AS COSTAS ÀS CRIANÇAS, ao falar com alguém na porta da sala - ou em qualquer outro espaço - jamais dê as costas às crianças, em fração de segundos acontecem muitos problemas sem que o educador esteja vendo.

13- TRABALHAR SEU TOM DE VOZ, não falar em tom áspero, irônico e volume alto - assim a criança só compreenderá suas solicitações quando as mesmas forem feitas com gritos. O ideal é manter um tom baixo e calmo, todavia caso haja necessidade de uma alteração, que não haja grito e sua mudança na tonalidade da voz..

14- GOSTAR DE MÚSICA, nesta fase a musicalização é muito utilizada. O profissional deverá gostar, conhecer e querer aprender mais e mais músicas, de preferência acompanhadas de gestos que ajudam muito no desenvolvimento infantil.

15- SABER CONTAR HISTÓRIAS, sim pois contar histórias não é ler o livro - é contar com emoção, despertando a curisidade e a imaginação da criança.

16- CONHECER AS ÁREAS DO CONHECIMENTO A SEREM TRABALHADAS: Racíocinio lógico matemático, Linguagem oral e escrita, Psicomotricidade, Áreas Perceptivas, Conhecimento Social, Áreas de expressão artística e cultural, Valores Humanos,Religiosidade, Consciência Ecológica e Conhecimento físico - elaborando seu plano de aula enfatizando todas as áreas.

17- LER E EXECUTAR A PROPOSTA PEDAGÓGICA E O REGIMENTO DA INSTITUÇÃO, assim o trabalho do profissional terá embasamento teórico e sustentabilidade pedagógica.

18- SABER ELABORAR PROJETOS DE AÇÃO PEDAGÓGICA envolvendo temas atuais, o trabalho com projetos facilita o trabalho do educador, porém, estes projetos devem ser executados com criatividade envolvendo temas de interesse das crianças e ao mesmo tempo objetivando uma conscientização sobre o tema proposto. Os projetos devem ser constantemente avaliados, caso contrário, não terão significado ao processo educacional.

19- DECORAR E REDECORAR O AMBIENTE SEMPRE QUE NECESSÁRIO, os olhos da criança se cansam com facilidade de determinadas decorações, para evitar esta situação, o ideal é utilizar cores claras, tons pastéis e desenhos acompanhados de paisagens, passarinhos, vales, árvores e flores, pois acalmam os pequenos.

20- RESERVAR UM ESPAÇO NA SALA PARA EXPOSIÇÃO DAS PRODUÇÕES DAS CRIANÇAS e convidar os demais profissionais da Instituição, bem como os familiares dos pequenos, para visitarem a exposição de trabalhos delas. Pode-se colocar um nome na exposição e um pseudônimo para o autor da obra. Expor trabalhos nos corredores de entrada da Instituição - de forma criativa, sempre identificados e relatando os objetivos- também apresenta bons resultados.





sexta-feira, 13 de maio de 2011

Inserir contador de usuários online no Blog

Passo-a-passo!!!!

1- Entre no site http://www.usuariosonline.org/

2- Preencha os campos solicitados.

3- Em "Estilo de contador" escolha o de sua preferência.

4- Clicar em "Criar contador de usuários online".

5- Irá aparecer uma nova janela onde você deverá copiar o código fonte gerado.

6- Clicar em "Design".

7- Adicionar um Gadget.

8- Escolher HTML/Java Script

9- Colar o código fonte.

10- Salvar

O primeiro dia de aula na Educação Infantil

O primeiro dia de aula na educação infantil é permeado de fortes emoções por todos os lados: professores, pais e crianças.Cada qual vivencia a sua maneira uma ansiedade natural que é controlada pela experiência e pela paixão em ser professor.

Os professores
Sentem a ansiedade: como serão os rostinhos deles? Irão gostar de mim a primeira vista? Será muito difícil conquistá-los? Os pais darão muito trabalho(pode parecer meio louco mas,muitas vezes, temos que consolar mais os pais do que as crianças (he he!!)

Os Pais.
Bem, aqui vamos encontrar muitas vertentes:

*Uns são tão descolados que mal dão tchau pra criança e já se vão sem olhar pra trás...

*Uns sentem uma dor tão intensa que nem olham mesmo pra não chorar na frente da criança;

*Outros sentem essa mesma dor, mas não conseguem desgrudar do chicletinho deles;

*Outros são tão meigos que consolam os seus e mais alguns;

*E ainda uns tantos, que mesmo não demonstrando, no fundo sentem a mesma dor, ansiedade, afinal, estão deixando por algumas horas, nas mãos de desconhecidos até então, o que tem de mais precioso sobre a Terra; são humanos e precisam de apenas uma palavra segura:” Pode ir, pai/mãe, seu filho ficará bem”.



As crianças
Um mundo inteirinho de ansiedade: há os que não viam a hora de estar ali, e aqueles que não queriam mesmo estar...ufa!
E ai? O que fazer?Muita calma nesta hora! Pais, professores e toda comunidade escolar precisam estar bem preparados para este momento. É um dia importante, todos querem saber como será, e se todos se unirem e confiarem uns nos outros será mesmo lindo!



Tecnologia e Metodologia

Inserindo Gifs animados no Blog

Lá vai a dica!!!

1- Primeiro você entra em um site de gifs animados e escolhe um de sua preferência.

2- Clique nele com o botão direito e escolha "Salvar imagem como"

3- Salve-o onde você quiser

4- Entre no site http://pt-br.tinypic.com/

5- Clique no botão "Procurar". Irá abrir uma janela na qual você deverá procurar pelo gif que você salvou antes.

6- Clique no botão verde; "Upload Now"

7- Na janelinha seguinte digite o código de letras que eles solicitam, e clique novamente no botão verde "Upload Now"

8- Vai aparecer as opções de códigos, copie o último, referente ao LINK DIRETO PARA LAYOUT como mostra a imagem:


9- Agora vá ao blogger, clique em Design e Elementos da página

10- Clique em Adicionar um Gadget

11- Escolha Imagem

12- Ao invés de carregar do seu computador como costuma fazer, marque a bolinha: Endereço da web (URL)



quinta-feira, 12 de maio de 2011

Inserir contador online no Blog

Veja!!!
Muito fácil!!!
1- Entre no seguinte endereço: http://usuariosonline.org/

2-  Preencha os campos solicitados:
  • Seunome;
  • E-mail;
  • Seu site/blog;
3- Escolha em "Estilo de contador" para que apareça no seu blog

4- Clique em "Criar contador de usuários online"

5- Irá abrir uma outra janela onde você deverá copiar o código fonte

6- Entre no seu Blog e clique em  Design e depois em Elementos da página

7- Clique em Adicionar um Gadget

8- Escolha HTML/Java script

9- Cole o código fonte e clique em salvar

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Onde criar Blog?


 
Segue abaixo uma lista de endereços, lugares onde você poderá criar seu Blog. São várias opções, em português e inglês. Bom divertimento!!!

  • Em português:
Blig - http://www.blig.ig.com.br
Blogando.net - http://www.blogando.net
Blogger (br) - http://www.blogger.com.br
Blog Sapo - http://www.blogs.sapo.pt - (Portugal)
Blog-se - http://www.blog-se.com.br
Blog Terra - http://blog.terra.com.br
Blog Tok - http://www.blogtok.com
Blog TrixNet - http://www.blog.trix.net
Click 21 My Blog - http://www.myblog.com.br
NireBlog - http://www.nireblog.com/pt - (Portugal)
Pop Blog - http://www.pop.com.br/popblog
UOL Blog - http://www.blog.uol.com.br
Windows Live Spaces - http://www.spaces.live.com/?mkt=pt-br

  • Em Inglês:
Blogger - http://www.blogger.com
Blog City - http://www.blog-city.com
Blog Some - http://www.blogsome.com
BlogSource - http://www.blogsource.com
Blog Spirit - http://www.blogspirit.com
WordPress - http://www.wordpress.com

O que é um Blog?



Um Blog é um site onde você pode estar escrevendo sempre, contando as novidades, expondo suas idéias, divulgando notícias, exibindo fotos, colocando links interessantes, ensinando algo a outras pessoas.
Você pode personalizar seu Blog da maneira que quiser, trocar as cores dos botões, links, fundos de tela, tipo de fonte usada nos textos, posicionamento dos blocos de textos, entre vários outros recursos.
Coloque no seu Blog seus assuntos favoritos, atraia pessoas que gostem dos mesmos assuntos que você, troque informações. Sempre que alguém visitar seu Blog, poderá interagir com você, comentar, dar sugestões, acrescentar links, trocar e-mails.
Faça do seu Blog a sua voz na internet, seu lugar de encontro com amigos, e pessoas do mundo todo.


Gadgets







Gadgets são mini-aplicativos criados para proporcionar informações e dados úteis, ou para melhorar uma aplicação ou um serviço Windows ou Web.
Para inserí-lo em seu blog, você deverá:

1- Clicar em Design;
2- Clicar em Elementos da Página;
3- Clicar em Adicionar um Gadget;
4- Irá aparecer uma nova janela com vários gadgets para que você possa escolher;


5- Escolher e clicar na palavra;
6- Irá abrir uma outra janela que você deverá preenchê-la.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Colocar caixa de recados (cbox) no Blog

Já virou um obrigação ter uma caixa de recados nos blogs, é um meio facil e prático dos leitores se comunicarem com os integrantes do blog. E como tem muita gente tem dúvidas de como colocar a caixa de recados em seu blog, vou postar um tutorial passo-a-passo de como fazer isso.

1-  Entre no site do Cbox e clique em Sign Up;

2- Você terá que preencher o cadastro em Sign Up;

3- Em Cbox name, coloque seu nome de usuário;

4- Em E-mail Address: coloque o e-mail para receber as mensagens;

5- Em Passoword você colocará sua senha;

6- Em Confrm Passoword  você confirmará sua senha;

7- Em Website coloque o link do seu blog/site;

8- Em Language você escolhe qual língua;

9- O Style você escolherá o estilo, pode clicar na seta e passar um por um até saber qual você deseja;

10-  Clique em: I have read and do agree to the Cbox Terms and conditions of service
(Mostranto que vc leu e concorda com os termos do contrato);

11-  Clicar em Create my Cbox, ou seja, Criar meu Cbox;

12-  Aparecerá uma mensagem dizendo que seu Cbox foi criado, então entre com o nome de usuário que você fez o cadastro;

13- Clique em Publish que se encontra perto da palavra Home;

14-   Em Spet 1 (Passo 1) deixar do jeito que está;

15 - Em Spet 2 (Passo 2) deixar também como está;

16 - Em Spet 3 (Passo 3) copie o código Html;

17 - Em seu blog, clique em Design;

18- Clique em Adicionar um gadget;

19- Escolha HTML / JavaScript , clique na caixa de conteúdo e cole o código nele, pressionando Ctrl + V;

20- Salve as alterações.

GCompris








O Gcompris é um jogo educativo completo. Com ele é possível se trabalhar diversas habilidades cognitivas. A interface é chamativa, colorida, bonita e bem chamativa, ideal para as crianças pequenas da educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental.
Desenvolvido por um francês, GCompris, ou "j'ai compris" em francês, significa "eu entendi".
O menu principal apresenta as opções: jogos de tabuleiro, jogos matemáticos (soma, subtração e multiplicação até um dezena) , jogos de memória, jogos de raciocínio lógico e puzzle. Na verdade, o Gcompris é uma coletânea com diversos jogos juntos onde o educando pode aprender cores, quantidades além de desenvolver diversas habilidades: raciocínio lógico-matemático, percepção, análise e síntese visual, associação, cores auxiliando e motivando o processo de aprendizagem.
Exitem algumas restrições de usabilidade: Até a versão 8.2, o programa não está traduzido para o português do Brasil (pt_BR). A tradução completa está disponível apenas para as versões 8.2.1 em diante. Por possuir inúmeras possibilidades, as crianças, muitas vezes, ficam querendo ver todos os jogos sem se fixar em nenhum. É preciso orientá-las para quais atividades devem fazer, se o professor tiver o intuito de explorar algum conteúdo. Existem alguns erros (bugs) no jogo de completar palavras.

 

Passos para a gravação de CDs e DVDs no Linux Educacional










Bem fácil e tranquilo!
Vamos aos passos:
1- Clicar no menu Iniciar, Ferramentas de Produtividade, Gravação de CDs e DVDs K3b
2- O programa será aberto e aparecerá duas janelas: a que se encontra acima corresponde a tudo o que você tem gravado no seu computador e a janela abaixo contém ícones para que você escolha como quer gravar.
3- Clicar no ícone desejado. Exemplo: gravar CD de dados.
4- Colocar o CD virgem no drive
5- Clicar no arquivo desejado, segurar e arrastar para a janela de arquivos a serem gravados.
6- Clicar na palavra "Queimar"
7- Irá abrir uma janela e clicar novamente em "Queimar"
8- A gravação então começará.
9- Ao terminar, o drive onde você inseriu o CD será aberto automaticamente para a retirada do CD.

K3b: Gravação de CDs e DVDs

O K3b é um software para a gravação de CD-ROMs e DVDs e funciona normalmente em sistemas operacionais da família Unix, tais como o Linux e o FreeBSD. Utiliza-se, para gravar mídias, dos programas cdrecord, cdrdao e growisofs. O K3b faz parte do projeto KDE.



Permite criar, além de CD-ROMs e DVDs de dados, CDs de áudio, CDs de vídeo e cópia exata de CDs e DVDs.




ProInfo - Perguntas Frequentes

O que é ProInfo?

O Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo) é um programa educacional criado pela Portaria nº 522/MEC, de 9 de abril de 1997, para promover o uso pedagógico de Tecnologias de Informática e Comunicações (TICs) na rede pública de ensino fundamental e médio.

Como posso participar do ProInfo?
Para fazer parte do ProInfo Urbano e/ou Rural, o município ou o estado deve seguir três passos: a Adesão, o Cadastro e a Seleção das escolas (seguir orientações do passo a passo). A adesão é o compromisso do município com as diretrizes do programa, imprescindível para o recebimento dos laboratórios. Para isso deve-se fazer o download do termo de adesão, assinar e enviar ao MEC com a documentação exigida. Após esta etapa deve ser feito o cadastro do prefeito em nosso sistema, onde será solicitado um usuário e senha, criado pelo responsável pelos dados, que permite que o próximo passo, a seleção de escolas, seja efetuado. A seleção das escolas ProInfo é feita em nosso sistema, onde já existem escolas pré-selecionadas de acordo com os critérios adotados nestas distribuições. As orietações da adesão constam no passo-a-passo, que se segue: http://www.mec.gov.br/.

* Secretarias
* Seed – Secretaria de Educação a Distância
* ProInfo – Apresentação


Como funciona o ProInfo?
O MEC compra, distribui e instala laboratórios de informática nas escolas públicas de educação básica. Em contrapartida, os governos locais (prefeituras e governos estaduais) devem providenciar a infraestrutura das escolas, indispensável para que elas recebam os computadores.


Quem realiza a seleção das escolas?
As escolas estaduais são selecionadas pela coordenação do ProInfo de cada estado, já as escolas municipais são selecionadas pelos prefeitos dos municípios.


Como deve ser a infraestrutura dos laboratórios?
Para orientar sobre como as escolas devem ser preparadas para receber os computadores, o MEC elaborou duas cartilhas, uma para escolas urbanas (ProInfo Urbano) e outra para escolas rurais (ProInfo Rural), que podem ser lidas e baixadas nos seguintes endereços: http://sip.proinfo.mec.gov.br - downloads - * manuais - * cartilha rural * cartilha urbana


Quais as condições que uma escola deve atender para que possa receber um laboratório, nas distribuições atuais?
PROINFO RURAL
Escolas de ensino fundamental (1º ao 9º ano)
Área rural
Com mais de 30 alunos
Energia elétrica
Sem laboratório de informática

PROINFO URBANO
Escolas de ensino fundamental (1º ao 9º ano)
Área urbana
Com mais de 50 alunos
Energia elétrica
Sem laboratório de informática



Qual a composição do laboratório?
PROINFO RURAL
Solução muititerminal – 5 terminais de acesso com 1 CPU, monitor LCD, impressora jato de tinta, wirelles.
Linux Educacional 3.0
Garantia de 3 anos
Mobiliário (mesas e cadeiras) – enviados pelo MEC
Infraestrutura – responsabilidade do estado/prefeitura

PROINFO URBANO:
Solução multiterminal com 8 CPU's e 17 terminais de acesso, 1 servidor multimídia, 1 impressora laser, 10 estabilizadores, 1 access Point.
Linux Educacional 3.0
Garantia de 3 anos
Necessita de Infraestrutura mais elaborada
Não vai mobiliário
Infraestrutura – responsabilidade do estado/prefeitura


Os computadores do laboratório ProInfo?
Seguindo diretriz do governo federal, o MEC incentiva a utilização de softwares livres e produz conteúdos específicos, voltados para o uso didático-pedagógico, associados à distribuição Linux-Educacional, que acompanha os computadores do laboratório.


Posso instalar outro sistema operacional nos computadores?
O MEC não proíbe a troca do sistema operacional por outros livres ou proprietários. Porém no momento da solicitação do suporte técnico e uma possível reconfiguração do computador a empresa está autorizada a desinstalar qualquer sistema operacional, programas e arquivos existentes, entregando o computador com a configuração inicial. Por isso sugerimos que a escola realize backups e gravações periódicas do conteúdo armazenado nos microcomputadores.


Eu mesmo posso instalar os computadores depois que forem entregues?
Não. Nas atuais distribuições do ProInfo o laboratório será enviado após a confirmação da estrutura da escola através do preenchimento do Atestado de Infraestrutura, o que significa que o laboratório só chegará às escolas que estejam prontas para a instalação imediata. Quando o laboratório chegar, a orientação é a de não abrir as caixas em hipótese alguma, podendo ocasionar a perda da garantia dos equipamentos que foram abertos. As empresas fornecedoras tem um prazo de 30 dias após a entrega para realizar a instalação, aguarde o contato para agendar a instalação, que deverá ser realizada exclusivamente pelos técnicos autorizados. Antes de permitir a instalação, garanta que os técnicos são realmente da empresa em questão através de suas credenciais e documentação operacional, que deve conter a identificação da empresa responsável, conforme descrito acima.


Como proceder com a documentação que me for apresentada na entrega das máquinas?
No momento da entrega, deverão ser apresentados dois documentos, uma nota fiscal (três vias) e o Termo de Recebimento (duas vias). Antes de assinar os documentos verifique se o número de volumes (caixas) equivale à descrição da nota fiscal, só depois disso assine e carimbe. Os documentos devem ser devolvidos ao entregador, com exceção de uma via da nota fiscal que deverá ser guardada com cuidado para qualquer necessidade.


E no momento da instalação? Terei que assinar algum documento?
Sim, no momento da instalação o técnico apresentará o Termo de Aceitação. Verifique se todas as máquinas e a impressora estão funcionando corretamente e só, então, assine os termos. É importante que alguém que possua conhecimentos técnicos mínimos acompanhe essa instalação. A escola não fica com nenhuma via deste documento.



Posso dividir o laboratório para atender duas escolas?
Não.



Posso instalar em outro local que não seja dentro da escola?
Não, mesmo que seja em um telecentro ou a própria Secretaria de Educação. O laboratório ProInfo deve ser instalado necessariamente dentro da escola, e ser utilizado, prioritariamente, para o atendimento dos alunos dessa escola.


Posso atender à comunidade com este laboratório?
Sim, reservando a prioridade de uso do laboratório para os alunos e agentes educacionais da escola. O atendimento comunitário deve ser feito, preferencialmente em horários alternativos aos horários de aula da escola, e nos finais de semana. O MEC desenvolveu o Programa Mais Escola que pode orientar sobre como melhor realizar a integração escola-comunidade, inclusive usando o laboratório ProInfo.



Os equipamentos têm garantia?
Sim. No ProInfo Urbano a garantia de funcionamento é de três anos e no ProInfo Rural também é de três anos, a partir da data de instalação registrada no Termo de Aceitação.


E quanto ao suporte técnico no período da garantia?
A empresa fornecedora se compromete pelo edital a manter pelo menos um representante técnico autorizado em todas as capitais do país. Para acioná-las, é preciso informar ao núcleos de tecnologia educacionais (NTEs), que são os responsáveis pela abertura de chamado técnico junto à empresa fornecedora.
Seguem os contatos de atendimento das distribuições atuais:
PROINFO URBANO:
Positivo Informática – pregão 83/2008 – contrato 142/2008
0800 6446591 / 0800 6447500

PROINFO RURAL:
Itautec – pregão 69/2008 – contrato 98/2008 - Fone: 0800 70133404
Depois do fim da garantia o MEC oferece algum suporte?
Não, a partir daí, os equipamento são de inteira responsabilidade do estado ou município.


O que fazer caso os computadores sejam roubados?
Os computadores são de muita importância para qualquer escola pública que, por isso, deve zelar pela segurança desse patrimônio. Daí porque as Cartilhas ProInfo dão muita ênfase à proteção das instalações. Contudo, se, apesar dos esforços da escola no sentido de protegê-los, os computadores forem roubados, é necessário que seja registrado, o mais rápido possível, um Boletim de Ocorrência (BO) na delegacia de polícia mais próxima, cuja cópia deve ser enviada por ofício para a Diretoria de Infraestrutura em Tecnologia Educacional do MEC (Esplanada dos Ministérios, Bloco “L” Ed. Sede – Sala 119 – Brasília-DF – CEP: 70047-900), para efeito de controle nos bancos de dados do ProInfo. A perda, total ou parcial, de computadores do laboratório nessas circunstâncias por enquanto não implica em reposição automática por parte do MEC, já que isso não está previsto no programa.



Eu posso contratar um técnico particular para meu laboratório?
Todos os computadores possuem um lacre de garantia que, se violado, resulta na perda da garantia do equipamento. Sempre que o técnico autorizado romper o lacre para dar manutenção ao equipamento instalado, deverá ser colocado novo lacre, de modo a manter a garantia. Assim sendo, se um técnico particular for contratado e romper o lacre do equipamento, este perderá, automaticamente, a garantia contratual.

EduBar










Na versão do Linux Educacional foi desenvolvida uma aplicação java de nome Edubar, cujo o objetivo é facilitar o acesso aos conteúdos educacionais. A aplicação abre uma barra localizada na parte superior da Área de Trabalho, composta por cinco botões:


1- Domínio Público

2- TV Escola

3- Programas Educacionais

4- Ferramentas

5- Utilitários


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Configurar a Área de Trabalho





Para trocar o fundo, ou seja, colocá-lo do seu modo você deverá:

1- Clicar com o botão direito em qualquer parte da área de trabalho.
2- Escolher a opção "Configurar área de trabalho".
3- Irá aparecer uma janela e escolhendo a opção "Figura" é só clicar na setinha preta (chamada de dropdown) e escolher o modelo que já vem no Linux e apertar o botão "Aplicar" e OK.
4- Em "Show de slides" clicar em "Configurar".
5 - Clicar em "Adicionar" e procurar as imagens que já devem estar gravadas no seu computador. Só adiciona uma de cada vez para a montagem dos slides.
6- Aplicar e OK.

Conhecendo a Área de Trabalho do Linux Educacional

Ícones da Barra de Tarefas do Linux



Você sabia que os ícones que aparecem ao lado do botão Iniciar do Linux podem mover-se?
Pois bem, lá vai a dica de como fazer!!!

1- Clicar com o botão direito no ícone desejado que se encontra perto do botão Iniciar.
2- Clicar na opção "Mover botão acesso à área de trabalho".
3- O cursor irá virar uma "mãozinha".
4- Clicar em cima do ícone, segurar e arrastar para onde você deseja.
Atenção: Só na barra de tarefas


Outra dica...

Se você quiser bloquear todos os ícones, o caminho é:

1- Clicar em qualquer ícone com o botão direito.
2- Escolher "Menu Painel".
3- Bloquear Painéis.
Os ícones não poderão ser removidos.

Para desbloquear:

1- Clicar em qualquer ícone e escolher a opção "Desbloquear Painéis".

Espero que tenha ajudado a todos!!!

Postagens Populares










Agora é possível mostrar na página inicial do blog as postagens mais populares, ou seja, as postagens que mais receberam visitas. Para adicioná-la, basta clicar na aba "Design". Logo em seguida, clicar em "Adicionar Gadget". Irá abrir uma nova janela bastando escolher a palavra "Postagens Populares".

Acentuação

Mudanças na acentuação

1. Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba).

Como era.... Como fica....

alcalóide alcaloide

alcatéia alcateia

andróide androide

apóia (verbo apoiar) apoia

apóio (verbo apoiar) apoio

asteróide asteroide

bóia boia

celulóide celuloide

clarabóia claraboia

colméia colmeia

Coréia Coreia

debilóide debiloide

epopéia epopeia

estóico estoico

estréia estreia

estréio (verbo estrear) estreio

geléia geleia

heróico heroico

idéia ideia

jibóia jiboia

jóia joia

odisséia odisseia

paranóia paranoia

paranóico paranoico

platéia plateia

tramóia tramoia

Atenção: essa regra é válida somente para palavras paroxítonas. Assim, continuam a ser acentuadas as palavras oxítonas e os monossílabos tônicos terminados em éis e ói(s). Exemplos: papéis, herói, heróis, dói (verbo doer), sóis etc.

2. Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo decrescente.

Como era.... Como fica....

baiúca baiuca

bocaiúva bocaiuva*

cauíla cauila**

feiúra feiura

* bocaiuva = certo tipo de palmeira

**cauila = avarento

Atenção: 1) se a palavra for oxítona e o i ou o u estiverem em posição final (ou seguidos de s), o acento permanece. Exemplos: tuiuiú, tuiuiús, Piauí; 2) se o i ou o u forem precedidos de ditongo crescente, o acento permanece. Exemplos: guaíba, Guaíra.

3. Não se usa mais o acento das palavras terminadas em êem e ôo(s).

Como era.... Como fica.....

abençôo abençoo

crêem (verbo crer) creem

dêem (verbo dar) deem

dôo (verbo doar) doo

enjôo enjoo

lêem (verbo ler) leem

magôo (verbo magoar) magoo

12 Douglas Tufano Guia Prático da Nova Ortografia 13

perdôo (verbo perdoar) perdoo

povôo (verbo povoar) povoo

vêem (verbo ver) veem

vôos voos

zôo zoo

4. Não se usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, péla(s)/ pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera.

Como era.... Como fica....

Ele pára o carro. Ele para o carro.

Ele foi ao pólo Norte. Ele foi ao polo Norte.

Ele gosta de jogar pólo. Ele gosta de jogar polo.

Esse gato tem pêlos brancos. Esse gato tem pelos brancos.

Comi uma pêra. Comi uma pera.

Atenção!

• Permanece o acento diferencial em pôde/pode. Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do indicativo), na 3.ª pessoa do singular. Pode é a forma do presente do indicativo, na 3.ª pessoa do singular.

Exemplo: Ontem, ele não pôde sair mais cedo, mas hoje ele pode.

• Permanece o acento diferencial em pôr/por. Pôr é verbo. Por é preposição.
Exemplo: Vou pôr o livro na estante que foi feita por mim.


• Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como de seus derivados (manter, deter, reter, conter, convir, intervir, advir etc.). Exemplos:

Ele tem dois carros. / Eles têm dois carros.


Ele vem de Sorocaba. / Eles vêm de Sorocaba.


Ele mantém a palavra. / Eles mantêm a palavra.


Ele convém aos estudantes. / Eles convêm aos estudantes.


Ele detém o poder. / Eles detêm o poder.


Ele intervém em todas as aulas. / Eles intervêm em todas as aulas.



• É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/ fôrma. Em alguns casos, o uso do acento deixa a frase mais clara. Veja este exemplo: Qual é a forma da fôrma do bolo?

5. Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo do verbo arguir. O mesmo vale para o seu composto redarguir.

6. Há uma variação na pronúncia dos verbos terminados em guar, quar e quir, como aguar, averiguar, apaziguar, desaguar, enxaguar, obliquar, delinquir etc. Esses verbos admitem duas pronúncias em algumas formasdo presente do indicativo, do presentedo subjuntivo e também do imperativo.

Veja:

a) se forem pronunciadas com a ou i tônicos, essas formas devem ser acentuadas.

Exemplos:

• verbo enxaguar: enxáguo, enxáguas,enxágua, enxáguam; enxágue,enxágues, enxáguem.


• verbo delinquir: delínquo, delínques,delínque, delínquem; delínqua,delínquas, delínquam.


b) se forem pronunciadas com u tônico, essas formas deixam de ser acentuadas.

Exemplos (a vogal sublinhada é tônica, isto é, deve ser pronunciada mais fortemente que as outras):

• verbo enxaguar: enxaguo, enxaguas,enxagua, enxaguam; enxague, enxagues, enxaguem.


• verbo delinquir: delinquo, delinques, delinque, delinquem; delinqua,delinquas, delinquam.

Atenção: no Brasil, a pronúncia maiscorrente é a primeira, aquela com a e i tônicos.

Outros casos do hífen

Outros casos do uso do hífen

1. Não se usa o hífen na formação de palavras com não e quase. Exemplos:

(acordo de) não agressão

(isto é um) quase delito

2. Com mal*, usa-se o hífen quando a palavra seguinte começar por vogal, h ou l. Exemplos:

mal-entendido

mal-estar

mal-humorado

mal-limpo

* Quando mal significa doença, usa-se o hífen se não houver elemento de ligação. Exemplo: mal-francês. Se
houver elemento de ligação, escreve- -se sem o hífen. Exemplos: mal de lázaro, mal de sete dias.

3. Usa-se o hífen com sufixos de origem tupi-guarani que representam formas adjetivas, como açu, guaçu, mirim. Exemplos:

capim-açu

amoré-guaçu

anajá-mirim

4. Usa-se o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares. Exemplos:

ponte Rio-Niterói

eixo Rio-São Paulo

5. Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte. Exemplos:

Na cidade, conta-se que ele foi viajar.

O diretor foi receber os ex-alunos.

Hífen com prefixos

Uso do hífen com prefixos

As observações a seguir referem-se ao uso do hífen em palavras formadas por prefixos (anti, super, ultra, sub etc.) ou por elementos que podem funcionar como prefixos (aero, agro, auto, eletro, geo, hidro, macro, micro, mini, multi, neo etc.).

Casos gerais

1. Usa-se o hífen diante de palavra iniciada por h.
Exemplos:

anti-higiênico

anti-histórico

macro-história

mini-hotel

proto-história

sobre-humano

super-homem

ultra-humano

2. Usa-se o hífen se o prefixo terminar com a mesma letra com que se inicia a outra palavra. Exemplos:

micro-ondas

anti-inflacionário

sub-bibliotecário

inter-regional

3. Não se usa o hífen se o prefixo terminar com letra diferente daquela com que se inicia a outra palavra.
Exemplos:
autoescola

antiaéreo

intermunicipal

supersônico

superinteressante

agroindustrial

aeroespacial

semicírculo

* Se o prefixo terminar por vogal e a outra palavra começar por r ou s, dobram- se essas letras. Exemplos:

minissaia

antirracismo

ultrassom

semirreta

Casos particulares

1. Com os prefixos sub e sob, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r. Exemplos:

sub-região

sub-reitor

sub-regional

sob-roda

2. Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal. Exemplos:

circum-murado

circum-navegação

pan-americano

3. Usa-se o hífen com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, vice. Exemplos:

além-mar

além-túmulo

aquém-mar

ex-aluno

ex-diretor

ex-hospedeiro

ex-prefeito

ex-presidente

pós-graduação

pré-história

pré-vestibular

pró-europeu

recém-casado

recém-nascido

sem-terra

vice-rei

4. O prefixo co junta-se com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o ou h. Neste último caso, corta-se o h. Se a palavra seguinte começar com r ou s, dobram-se essas letras.
Exemplos:

coobrigação

coedição

coeducar

cofundador

coabitação

coerdeiro

corréu

corresponsável

cosseno
5. Com os prefixos pre e re, não se usa o hífen, mesmo diante de palavras começadas por e. Exemplos:


preexistente

preelaborar

reescrever

reedição

6. Na formação de palavras com ab, ob e ad, usa-se o hífen diante de palavra começada por b, d ou r. Exemplos:

ad-digital

ad-renal

ob-rogar

ab-rogar






































































































Hífen com compostos

Uso do hífen com compostos

1. Usa-se o hífen nas palavras compostas que não apresentam elementos de ligação. Exemplos:

guarda-chuva, arco-íris, boa-fé, segunda-feira, mesa-redonda, vaga-lume, joão-ninguém, porta-malas, porta-bandeira, pão-duro, bate-boca

* Exceções: Não se usa o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição, como girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista, paraquedismo.





2. Usa-se o hífen em compostos que têm palavras iguais ou quase iguais, sem elementos de ligação. Exemplos:

reco-reco, blá-blá-blá, zum-zum, tico-tico, tique-taque, cri-cri, glu-glu, rom-rom, pingue-pongue, zigue-zague, esconde-esconde, pega-pega, corre-corre



3. Não se usa o hífen em compostos que apresentam elementos de ligação.
Exemplos:

pé de moleque, pé de vento, pai de todos, dia a dia, fim de semana, cor de vinho, ponto e vírgula, camisa de força, cara de pau, olho de sogra

Incluem-se nesse caso os compostos de base oracional. Exemplos:

maria vai com as outras, leva e traz, diz que diz que, deus me livre, deus nos acuda, cor de burro quando foge, bicho de sete cabeças, faz de conta
* Exceções: água-de-colônia, arco- -da-velha, cor-de-rosa, mais-que- -perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará, à queima-roupa.



4. Usa-se o hífen nos compostos entre cujos elementos há o emprego do apóstrofo. Exemplos:

gota-d’água, pé-d’água



5. Usa-se o hífen nas palavras compostas derivadas de topônimos (nomes próprios de lugares), com ou sem elementos de ligação. Exemplos:
Belo Horizonte — belo-horizontino

Porto Alegre — porto-alegrense

Mato Grosso do Sul — mato-grossense-do-sul

Rio Grande do Norte — rio-grandense-do-norte

África do Sul — sul-africano




6. Usa-se o hífen nos compostos que designam espécies animais e botânicas (nomes de plantas, flores, frutos, raízes, sementes), tenham ou não elementos de ligação. Exemplos:

bem-te-vi, peixe-espada, peixe-do-paraíso, mico-leão-dourado, andorinha-da-serra, lebre-da-patagônia, erva-doce, ervilha-de-cheiro, pimenta-do-reino, peroba-do-campo, cravo-da-índia

Obs.: não se usa o hífen, quando os compostos que designam espécies botânicas e zoológicas são empregados fora de seu sentido original. Observe a diferença de sentido entre os pares:

a) bico-de-papagaio (espécie de planta ornamental) - bico de papagaio (deformação nas vértebras).

b) olho-de-boi (espécie de peixe) - olho de boi (espécie de selo postal).